A Constituição dos Estados Unidos tem sido um farol e o padrão de governo para todas as sociedades do mundo. Os Estados Unidos tem sido a nação com as maiores liberdades nos últimos 200 anos. A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias tem ensinado os seus membros a respeitarem esse documento sagrado como a lei suprema do país e segui-lo do modo mais correto possível. No Dia da Celebração da Constituição de Utah no Tabernáculo da Cidade do Lago Salgado no dia 17 de setembro de 2010, Elder Dallin H. Oaks fez um excelente discurso chamado os Fundamentos da nossa Constituição. No seu discurso, Elder Oaks disse:

Uma nova geração de formadores de opinião parece querer minimizar o valor da Constituição dos Estados Unidos. Um exemplo disso foi feito a mim por um recém-graduado em direito. Em um painel de discussão na Escola de Direito de Harvard, um professor de direito constitucional criticou a Constituição dos Estados Unidos usando termos ásperos. Outro palestrante da faculdade especulou que, se as críticas do colega fossem válidas então se poderia enrolar a constituição e fumá-la. Esse tipo de desdém pela nossa constituição é mais do que preocupante.

Cada cidadão deve estudar e reconhecer a validade e o caráter sagrado da Constituição que estabeleceu os Estados Unidos. De acordo com ela existem três alas ou poderes independentes no nosso governo, e todas elas são muito importantes. Já que a eleição presidencial de 2012 se aproxima, gostaria de focar este artigo no poder executivo, ocupados pelas figuras do presidente e do vice-presidente.

Desde o início da história, todos aqueles que foram chefes de governo, empossados como líderes de uma nação sempre acabaram causando certa controvérsia. Desde o nosso primeiro presidente até o atual, houveram altos e baixos entre aqueles que ocuparam tal posição.

Por exemplo, George Washington não queria nem mesmo ser presidente. Ele acreditava que seria melhor se outro ocupasse aquele cargo. Mas ele foi eleito e aceitou o resultado. Eslar escreveu um livro chamado “Presidentes dos Estados Unidos” , ele fala que “É verdade que foi uma sorte para a nação que os primeiros anos do novo governo estavam sob a liderança capaz de George Washington”. Mas nos dias atuais, o que um presidente realmente faz e como isto afeta as famílias dos Estados Unidos?

O presidente possui muitas funções e obrigações a cumprir. Muitos dessas obrigações afetam diretamente as famílias. O escritório executivo do presidente consiste em certo numero de agencias que trabalham diretamente com o presidente. Todos os integrantes da Casa Branca trabalham sob a direção do escritório do presidente, e ele tem a prerrogativa de indicar aqueles que o ajudam.

É também esperado que ele sancione as leis aprovadas pelo Congresso. Isso cria certas situações interessantes, porque, se ambas as casas legislativas aprovarem um projeto de lei usando o sistema de maioria simples e o presidente vetá-la, então o Congresso precisará obter a maioria qualificada para aprová-la. A partir das sábias palavras de Walter Lippmann, “O tom e o exemplo dado pelo presidente tem um enorme efeito sobre a qualidade de vida na América. O presidente é como o maestro de uma grande sinfonia e um novo maestro pode muitas vezes obter resultados diferentes com a mesma partitura e músicos”.

Sempre houve uma luta de poder entre o presidente e o Congresso. Um artigo publicado pelo “The New Republic” em 23 de janeiro de 1995, James Paterson escreve sobre a questão: “As relações tensas entre os poderes legislativo e executivo existiram enquanto a história existir”.

Também como chefe do executivo, o presidente é responsável pela defesa nacional. Exércitos são treinados, organizados e enviados para a guerra, isto acaba afetando diretamente as famílias envolvidas com os militares.

As famílias americanas esperam que o presidente dos Estados Unidos, seja honesto e tenha bom senso ao fazer política. Ele ou ela deve ser integro e fazer o que é certo nos assuntos governamentais, que por sua vez também afeta a todas as famílias. Isto significa trabalhar para nos tornarmos uma nação forte, moralmente e financeiramente. O presidente deve se lembrar de que a família é a unidade básica de um país e que ele é responsável em promover o bem-estar delas.

As lições que aprendemos com a história nos dizem que tipo de presidente é melhor. É apenas uma questão de encontrar a pessoa certa que esteja disposta a liderar uma nação republicana, que já possui uma constituição adequada. Noah Webster disse: “Quando selecionarmos os candidatos à presidência deixe um principio guiar-nos. . . olhe para o seu caráter”.

Até novembro deste ano, as famílias poderão estudar as plataformas daqueles que estão concorrendo e escolher o melhor candidato para a família. Esta é uma honra sagrada.

Artigo escrito por Valerie Steimle

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